quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Aleatório

Sabe quando você vai terminando o ano e se pergunta "mds, que ano foi esse, hein?"?

Meu ano está assim.

Totalmente diferente do que imaginei no início. Seja porque amigos se foram para bem longe ou porque outros voltaram, seja porque não existia como viver o que estou vivendo, ou mesmo estar onde estou.

Sob qualquer perspectiva, hoje não existia em nenhum dos meus pensamentos sobre Novembro de 2017.

Pelo menos, continuo com os Doces Sem Açúcar, né? <3

Seja como for,  estou pensando seriamente a voltar a escrever aqui, pelo menos 1 vez por semana. :)

Até breve,
Eu. kk

sábado, 6 de maio de 2017

Senhas

Quase dois anos depois, eis que ela lembrou de tirar um pouco da poeira que se acumulou.. rs

Preciso começar dizendo que não lembrava qual o e-mail que usava aqui. Por isso, passei, pelo menos, 1 hora tentando entrar neste editor, mas consegui! ObrigadaDeus

Incrivelmente, vamos acumulando coisas. Não adquirimos novas e colocamos no lugar das antigas que tiveram algum destino legal. As novas ocupam um lugar e as antigas vão se acumulando em algum depósito, físico ou emocional.
Tenho uma certa dificuldade com isso. Tenho lugares cheios de coisas que "pode ser que eu precise disso para..", mas olhar para tudo isso (é muita coisa, sim) e pensar em abrir espaço vai dar tanto trabalho que já desisto antes de começar.

Sou do tipo que tem certeza que o exterior mostra o interior para aqueles que acham importante prestar atenção aos detalhes.

No caso de uma conta de email hahaha o detalhe pode ser uma letra, um número, um ponto.. E você vai levar o tempo que for necessário para lembrar, testar, procurar tudo que puder para ter acesso à sua conta.

O que penso é que, nos relacionamos, conseguimos vários problemas por dar nossa senha a pessoas que não deveriam ter acesso de administrador. Fazemos isso uma vez, duas, e temos a certeza de que nunca mais faremos isso de novo. Assim, perdemos várias chances, várias pessoas que seriam administradores perfeitos, amigos incríveis, suportes absurdamente fortes, justamente  porque não temos mais coragem de entregar a Senha.

 O ponto é o seguinte: se para conseguir acesso a coisas simples, ou sem tanto valor, investimos o recurso mais caro desse planeta - O tempo, por que queremos ser amigos (ser digno de e ter a confiança) de quem só vemos por uns minutos, pessoas aparentemente incríveis, mas que podem estar tão acumuladores quanto nós mesmos? E quem está perto? Quem está do seu lado todos os dias para fazer o seu café da manhã, conversar sobre a chuva ou calor ou ficar falando durante o filme?

Relacionamentos levam tempo, sim. Mas o bom é que seja como for, a sua família está aí há um tempão, né? Que tal começar confiando nos conselhos e passando mais tempo falando sobre o seu dia com quem está sempre perto, independente de quem você seja ou do que tenha feito?

É isso. As pessoas que me conhecem pessoalmente podem achar que sou meio cabeça dura, que não ligo muito para o que me dizem, mas a verdade é que só algumas pessoas tem a minha senha. Elas que chamam a minha atenção e me colocam no caminho de novo. Elas que tem toda a minha gratidão e dedicação.

Entenda, não desconsidero ou ignoro as pessoas. Só escolho quanto poder lhes dou sobre mim. :)
Acho que quem me aguenta nos piores e mais irritantes dias deve ter algum tipo de recompensa. rs

Não sei se falei coisas com sentido porque só escrevi, não revisei, nem tem figurinhas aqui mds.

Esse é o tempo que estou, é a pessoa que voltou a escrever. Só espero achar logo histórias engraçadas e figurinhas antes que você pense que sou uma estranha que roubou uma senha. hahaha

Até mais! :)

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Random

Olá! :)

Parece que não consigo fazer mais de uma postagem por mês.. quanta preguiça ainda habita em mim! Vim hoje porque muitas coisas aconteceram nesse quase mês que se passou e eu gostaria de guardar aqui antes que esqueça de vez..

Bem, começando a pensar sobre os assuntos, percebo que a maioria deles devem ficar pra uma conversa com café e bolo, então vou encurtar esse post um pouco e falar aleatoriamente porque ainda não decidi o que escrever. estou louca \o/

Gente, amanhã começo um curso de Francês! *0*
né lymdo? Tô tããããão feliz! Novo tempo, novos cursos.. hehe
Também estou aprendendo piano! Preciso aprender porque tocar violão a tarde toda dói muito, principalmente se você toca em cordas de aço.. o som é lindo, mas a dor não. O tenso é sair de 6 cordas para 88 teclas... mas enfim, vamos lá! /o/

Esses dias eu aprendi que não adianta fugir dos seus fantasmas a vida toda, uma hora você está forte o suficiente para enfrentá-los e eles deixarão de incomodar. Legal, né? Só 24 anos e toda essa sabedoria.. PAREI.

Fiz uma prova para tentar fazer mestrado.. não passei, mas tô bem. Fim do ano tento de novo e vamo torcer! :)

Sabe quando você aprofunda uns relacionamentos e se descobre mais? Melhor ainda, as pessoas descobrem você e te olham de uma maneira que, talvez, só seus pais ou irmãos te veem? Tenho amigos assim, faz um tempo, mas estou descobrindo uns novos que vão me fazer falta quando tiverem que voltar pra casa.. mas, até lá, estarei me pendurando, perturbando, tirando o sono deles sem dó nem piedade. Amo meus amigos! Principalmente os que me emprestam livros, filmes e me dão de comer!

Tenho que ir porque o pc não é meu e, se não, vou começar a amar demais o povo e depois vão usar isso contra mim. #amoMeusAmigosQueNãoPrestam

sexta-feira, 17 de julho de 2015

História de Nadine

Num tempo onde um monte de gente compartilha mais um monte de coisa, pareceu a mim que apenas compartilhar no FB não seria suficiente. Hoje, conversei com minha irmã sobre uma situação bem difícil de lidar: Refugiados. Isso porque a resposta política de uma chanceler fez uma menina palestina chorar e levantou um mundo de prós e contras sobre a tal resposta. Não vim aqui falar sobre isso, vim falar sobre Nadine.

Veja bem, ser estrangeiro já é complicado.. sem família, língua estranha, costumes diversos.. isso enlouquece alguém! O que dizer sobre uma haitiana que perdeu os pais na infância, perdeu o sustento no terremoto de 2010, mudou-se para a República Dominicana (onde existe uma tensão para com os 500 mil haitianos que moram lá) e não conseguiu ter a sua situação regularizada, ouviu de um tio que veio para o Brasil e decidiu vir também? Ah, ela só tem 15% da visão. Isso mesmo, nível hard essa criatura.

Ela veio. Se conformou com a vida do alojamento e fim. hehe Má claro que não! Ela fala 4 idiomas: Francês e Creole (ambos do Haiti), Espanhol e Inglês (que aprendeu quando trabalhou num call center) e não se conformava com o fato de que empresários brasileiros apenas contratavam homens. Como havia dificuldade dos funcionários do alojamento em se comunicar com as pessoas que chegavam, sempre recorriam a ela para intermediar as conversas. Um dos funcionários colocou Nadine em contato com pessoas que poderiam ajudá-la em Brasília.. e lá foi Nadine! essas pessoas se tornaram a família adotiva dela!

Resumindo os acontecimentos, prestou vestibular e passou para Direito! Ousadamente, tendo em vista as mensalidades do curso, decidiu seguir firme no propósito de estudar e arrumou emprego na própria faculdade, onde conseguiu BOLSA!

Essa menina quer ser diplomata e eu num duvido é nada que ela consiga ir muito além!

Vai lá e se forma, garota!

Mais informações sobre essa história superInacreditável aqui:

Nadine :)

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Livros, Escritoras, Amigos e Eu

Olá, você que passa por aqui e presta atenção no que escrevo!

Domingo tive um trabalho que nunca pensei que se desenvolveria em algo tão maior: precisei buscar as amigas de uma amiga no aeroporto. Assim, eu tinha prova na segunda, prova essa que ainda não sei o resultado, mas tenho fé, e estava apenas ocupando minha mente com qualquer coisa.. Dirigir me ajuda a acalmar.
Busquei. Elas são escritoras. Ok, nada demais. Nada demais? Tudo demais! Meu Deus, preciso conviver com escritores! Elas não paravam de falar sobre o sonho que é estar aqui, em Pernambuco, para, finalmente, mediar o encontro entre crianças e Livros. Eu tinha esquecido COMPLETAMENTE o poder de um livro. 
O nosso primeiro encontro foi dygno do dia anterior a uma prova: me perdi no caminho do hotel delas. Mas aí você pensa "ah, o caminho era difícil" ou "tudo bem.. acontece", mas não, pois o hotel é na mesma avenida do aeroporto. Sim, pode rir, colega. Vi o hotel, fiz o retorno, mas pensei na morte da bezerra e passei direto. Passei e pensei: entro na próxima e volto para a avenida. Santa inocência. Entrei e fui bater sei lá onde, minha honra arrastando no chão desde a 5ª curva sem perspectiva, escritoras cariocas rindo e achando tudo ótimo e minha co-pilota levantando questões sobre a qualidade da minha habilitação. Foi ótimo!

No outro dia, busquei azamiga e, ao invés de seguir o caminho devido, voltei pra casa. hehehe Gente, dá um tempo porque eu tinha saído de uma prova tensa e liguei o automático! Na metade do caminho, percebi pra onde estava indo, ri e avisei. Mas foi bom porque pude mostrar o centro do Recife, mesmo que rapidamente, passar pelo Marco Zero, Rua do Bom Jesus, Madre de Deus, Palácio do Campo das Princesas e agradar azamiga carioca. :) Agora, com os celulares cheios de fotinhos, tomamos o rumo certo. 
Não aguento silêncio e, no primeiro momento que isso pareceu existir, saí com a pergunta das perguntas: Como vocês se tornaram escritoras? Acho que não poderia ter tido melhores respostas. A Arte salvou a vida delas. A. Arte. Salvou. Não entrarei em detalhes porque esse conhecimento é aquele que você só pode adquirir pessoalmente. Sorry. 
Depois de alguns anos vivendo da arte adquirida na adolescência e me desculpando pela falta de tempo, faculdade e afins, me vi diante de duas salvas pela Expressão.. como olhar isso e não ter vontade de tocar de novo esse mundo de possibilidades, sensações e tentações? Sim, inúmeras possibilidades de sentir tudo novo e antigo de novo, além de ser tentada a experimentar outras possibilidades num ciclo sem fim que dá aquela certeza de que você está viva.
Ouvi muita coisa preciosa nessas poucas horas que passei com esse povo da arte.. me pergunto: como acabo entrando nessas situações com pessoas, histórias, lições, ações tão incríveis, tão extraordinárias? #DeusMeAma  só pode. Não dá para vocês entenderem o quanto foi inacreditável!

Estar à disposição de pessoas assim tem me feito feliz. Muito feliz. Amo meus amigos, novos e antigos, mas, principalmente, aqueles que fazem reviver, sem querer, as melhores partes de mim. 


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A vida que a gente leva

Tem coisa mais incrível do que uma cápsula do tempo? Tem. Uma cápsula que você criou sem querer.. Porque é lindo pegar as coisas mais legais de um tempo, de você e deixar guardado para lembrar de como tudo era legal e atrasado, mas quando você descobre um cartão de memória esquecido há pelo menos 04 anos, a coisa muda de figura.

Olhar as fotos deu uma dorzinha, sabe? Saudade. Me fez lembrar de um tempo que eu vivia tirando foto! Sim, do céu, da rua, da vida.. e o absurdo é que eu perdi aquilo que me fazia ver o mundo daquele jeito. Triste. Mas verdade. Hoje, levantar cedo pra ver o sol nascer? Pra que, gente? Vamos dormir mais! aí, me deparo com essa foto:

#NoFilter pq meu cel era sem frescura.


E percebo que alguma coisa aconteceu. Alguma coisa terrível! Por que não me importo mais?? Ou pior: por que me importo com coisas tão menos importantes? Realmente existe essa coisa de crescer e perder a beleza e inocência da juventude. 

Nessa época, tinha que levantar com o sol nascendo para poder chegar quase na hora da aula na facul e, pela quantidade de fotos, eu amava ver o sol sair da cama dele.

Outra coisa que deu um nó, foi ver isso aqui:


Cara, como eu era feliz aqui!


O lugar sagrado onde fiquei horas e horas sem fim! Onde eu era perfeita em tudo ótima baterista, onde minhas ideias eram boas e onde ninguém podia me dizer o que fazer. Sim, era meu reino. hehe e como eu sinto falta dele! Esse post tá muito nostálgico, mas fazer o que, né?

Para completar, as músicas.

Ah, as músicas!

Estou ouvindo agora um cd que nem lembrava de quem ou de que era, mas quando começou a tocar vieram todas as letras e lembrei de como eu o amo. Se juntar TODAS as músicas do meu celular hoje, não dá um cd de qualidade que se compare aos velhos tempos. Tô mal. #Partiu #ApagarAsPorcarias

Em nome da correria, da faculdade, das coisas da vida que são ditas importantes, deixei pra trás a bateria, a música. Péssima escolha. Ainda toco hoje, mas não do jeito daquele quarto. Preciso desse quarto desesperadamente. Luto por um prédio no qual os vizinhos amem bateria.

Semana passada, ouvi uma senhora dizer: O que a gente leva da vida é a vida que a gente leva. Pura verdade, não? Felizmente, aqui estamos, vivos e  totalmente disponíveis a viver de novo os melhores momentos, as melhores coisas, ouvir as melhores músicas mais vezes quantas quisermos! Agora, repensando meu gosto musical, garanto que vivo feliz nessa nova fase de jovem adulta, mas que a vida na praia, tocando até altas horas da noite, me faz falta.


É sim.

Oremos para que eu seja ryka, tenha meu quarto de volta, a Petrobras saia do buraco, que a gasolina não aumente mais e que continuemos a nos importar com o que nos faz abrir aquele sorriso bobo e sincero. Amém.


A propósito, o cd, trilha desse post, foi Skylark de Renee Olstead. Jazz. Lindo. Eu Amo. :*